Tive o prazer de estar presente em todas as acções (excepto a de Pais e Mães de Atletas Minis) promovidas neste dia. Este tipo de iniciativas são muito importantes! Gostaria de felicitar e agradecer, à organização e a todos os prelectores (Dr.ª Helena Gomes, Prof. Sérgio Rosmaninho, Prof. António Carlos, Eng.º Adriano Baganha e Prof. Alfredo Robalo) pela v/ contribuição na nossa formação.
November 25, 2007 10:56 PM
Anonymous disse...
E onde fala do jogo BCCantanhede vs SCConimbricense?Esqueceram-se?!
November 26, 2007 1:27 PM
Bola disse...
O jogo BCC x SCConinbricense, não foi esquecido, simplesmente, como não estive presente no jogo e ninguém me facultou os resultados, torna-se um pouco dificil!!!... Ainda bem que este tipo de comentários é feito! Só demonstra que existem pessoas interessadas!
November 26, 2007 5:48 PM
João André Costa disse...
" Não são os movimentos que têm êxito! É a vontade dos jogadores e a sua forma de encarar um jogo ou ou um exercício que faz com que esses movimentos tenham sucesso"
" Não são os movimentos que têm êxito! É a vontade dos jogadores e a sua forma de encarar um jogo ou ou um exercício que faz com que esses movimentos tenham sucesso"
joão Costa
Dando continuidade ao que escrevi para o blog quero deixar aqui alguns apontamentos que me parecem pertinentes referir.
O todo maior do que a soma das partes
Mais do que a expressão das individualidades, os resultados a obter, no futuro, pela nossa modalidade vão depender do facto decisivo de o seu todo ter de ser maior do que a soma das partes. Cada um dos seus membros não pode nem deve fazer nada que sobreponha os seus interesses individuais aos do colectivo. Também não deve prejudicá-los porque, por sua vez, pode ser nocivo para o todo. Cada agente da modalidade deve assumir as suas responsabilidades, não só a nível individual como, muito em especial, ao nível do todo. O clima de trabalho ideal é aquele em que cada um dos agentes da modalidade assuma as responsabilidades próprias e não se esqueça de ajudar os outros. Especialmente os mais competentes e as individualidades, pois o basquetebol português, no seu todo, será tanto melhor quanto consigam contribuir para que todos os outros sejam melhores, por via das ajudas que lhes derem sempre que tal seja necessário.
Atitude ganhadora
Uma atitude ganhadora começa por ter como base essencial um compromisso total para com a carreira e as respectivas responsabilidades sociais e profissionais. Assenta numa intenção constante de melhoria individual ao serviço do colectivo, tendo em vista atingir desempenhos correspondentes ao máximo do potencial que cada um revela. Também, como é óbvio, na vontade de cada um evidencia para se afirmar e ter sucesso. Mas não só. Quantas vezes ganhamos um jogo ou um campeonato e nos sentimos incómodos, apesar da vitória? O mesmo incómodo, afinal, que sentimos quando perdemos um jogo, mas acreditamos estar no caminho certo, naquele que nos conduzirá a futuras vitórias. A atitude ganhadora tem a sua verdadeira expressão sempre que actue de modo a assessorar a qualidade da equipa, apontando constantemente para o nível de excelência que pretendam alcançar e trabalhando com todos os membros da equipa para o conseguir. E deve assentar muito mais na permanente manifestação de uma vontade indómita de ser cada vez melhor do que propriamente na manifestação verbal do desejo de ter sucesso. Mais do que palavras, a atitude ganhadora requer atitudes e comportamentos perseverantes e ambiciosos. Procurar melhorar sempre e apontar objectivos ambiciosos que forcem a uma superação constante. Trabalhar arduamente. Estabelecer relações pessoais próximas baseadas na confiança. Apontar objectivos parciais e globais ambiciosos mas, em simultâneo, alcançáveis. Revelar espírito de sacrifício ao serviço da modalidade. Preocupar-se com os outros. Ganhar com humildade. Perder com dignidade. Transformar a generalidade dos acontecimentos negativos em positivos. E, acima de tudo, gostar muito do que se faz no dia-a-dia.
Quando um membro da equipa falha, todos falham!
No momento dos erros ou das faltas comprometedoras, não é altura de críticas ou acusações. Falhar ou errar faz parte do processo. Para além de ser fundamental reconhecer que só atingiremos o sucesso apoiados nos restantes membros do colectivo. Sem os outros e o seu apoio dificilmente alcançaremos o êxito que buscamos. Dependemos de todos eles, não importam quem sejam. O que significa que, no momento de uma falha ou de um erro de um de nós, é fundamental que todos assumam esse erro também como seu e ajudem quem errou e não voltar a falhar.
Falamos muito de disciplina…
Mas o que significa, afinal, trabalhar de modo disciplinado? Tão-só que cada um faça o que é suposto ser a sua tarefa, da melhor maneira possível e no decurso do período de tempo que lhe foi atribuído para tal. Como é óbvio, um clima de trabalho disciplinado não deve assentar no medo, nem deve ter como utensílio central sanções disciplinares de todo tipo. Mas requer uma atenção constante de quem lidera, tendo em vista avaliar se todos os membros do colectivo estão ou não a dar o seu melhor esforço ao serviço do todo. O medo de não falhar ou de ser castigado não podem nem devem ser os principais factores motivadores. Mas também é importante perceber que todos aqueles que não se dedicam ao trabalho e ao todo e que desrespeitam as regras de vida colectiva justificam que sobre eles incidam acções de índole disciplinar. Ser disciplinado significa afinal desempenhar com entusiasmo a tarefa que lhe está atribuída, querer atingir objectivos claros e ambiciosos, respeitar a autoridade de quem lidera e as diferentes personalidades dos restantes membros da equipa, ser dedicado e honesto em todos os momentos da vida colectiva e para com todos os restantes membros da equipa, assumir de modo responsável as regras da vida colectiva. O que requer uma sólida formação básica, mas também paixão e dedicação por tudo aquilo que fazemos, além de uma enorme disciplina colectiva e individual.
Importância da preparação prévia
O sucesso não é só uma questão de dizermos que queremos ganhar. É fundamentalmente uma questão de nos prepararmos para ganhar. Fazendo a treinar e a jogar que, no momento próprio, nos conduzirá à vitória. E a disciplina, colectiva e individual, desempenha a este nível uma acção de âmbito aglutinador decisiva.
Ter a visão necessária do que se pretende alcançar
É fundamental possuir uma visão global do que se pretende vir a fazer e, principalmente, ter a noção bem objectiva de que o que se fizer no início de cada época irá influenciar profundamente tudo aquilo que posteriormente seja acrescentado. Pela positiva ou pela negativa. Olhar para cada época como um todo e subdividi-lo em segmentos que, por sua vez, terão objectivos parciais a atingir.
Importância dos objectivos. Estes constituem um elemento decisivo ao serviço de quem lidera
Devem ser realistas, alcançáveis e passíveis de ser assumidos por todos os membros da equipa. Mais do que objectivos comuns, os objectivos devem ser assumidos e compartilhados por todos os membros do colectivo. Se assim for, estamos perante uma clara possibilidade de todos cooperarem no sentido de os atingir. Objectivos partilhados facilitam o trabalho colectivo e o sucesso a atingir. Quem dirige não pode ser classificado qualitativamente pela maior ou menor abertura que permita àqueles que consigo trabalham. Deve, sim, ser avaliado pela capacidade e sensibilidade que evidencia para, caso a caso, tomar as decisões que melhor sirvam os interesses do colectivo, na correspondência da sua personalidade e experiências anteriores e do tipo do grupo de trabalho onde se integra. Entender a liderança como a capacidade de influenciar o modo de actuar dos componentes de uma equipa de trabalho, tendo em vista a alcançar um conjunto de objectivos bem determinados. A liderança exerce-se em várias frentes, nomeadamente, enriquecendo a capacidade de comunicação entre os componentes do colectivo, controlando, dentro do possível, as suas reacções emocionais, assim como as dos restantes colaboradores. Fazendo sistematicamente um esforço no sentido de corrigir deficiências do seu comportamento que afectam a eficácia das suas intervenções e daqueles que consigo trabalham.
November 28, 2007 3:30 PM
